
Sera que algum dia alguem vai me entender?
Sera que algum dia vou ser compreendida e vou poder ser eu mesma sem muita preocupação em impressionar e muito menos em ser a garota perfeita ? Eu não sei, alias eu não sei de muita coisa, sei tão pouco de mim mesma que queria que alguém me desse respostas. Vivo em um mundinho particular e censurado, vivo praticamente só eu e eu mesma, vivo com os amigos que construi com muita dificuldade. Escuto os problemas de quase todos, e se perguntar para eles , eles podem contar nos dedos as vezes em que desabei e disse TA RUIM.
Sei La quando eu vou desabar de novo, fico balanceando a cada tropeço, mas balanceio sozinha. Não gosto de envolver pessoas aos meus problemas, na verdade não gosto de colocar problema para as pessoas que não são obrigadas sentir muito menos agüentar.
Tenho vergonha de chorar na frente dos outros, mas quando dá vontade eu num agüento num consigo segurar, e choro, o choro mais mimado com caretas e bicos. Fungadinhas de porco e até engasgadas.
As vezes eu queria entender porque sinto tanta falta de alguém que eu não conheço. Queria entender porque tenho o jeito tão complicado e insensível e inesperado assustador ÚNICO de todos os jeitos do mundo todo. Queria mesmo saber de algumas coisas como por exemplo o motivo de eu querer tanto ser atriz, o motivo de eu ter tanta vontade de seguir Deus e a igreja e me tornar uma pessoa seria e religiosa, mas juro que queria entender porque eu não consigo.
São tantas coisas que eu não sei. São tantas coisas que eu devia ter aprendido já, tantas as coisas que ensino sem saber o que é, e que as pessoas que aprendem acertam bem mais que eu. É tanto tempo na estrada, caminhando e caminhando, sem ao menos saber o motivo de tanta caminhada. Tantas lagrimas, tantos beijos em vão, tantos amores e desamores, tantas feridas sem igual, são tantas as cicatrizes que fizeram em mim e são tão poucos os que querem curar certas feridas sem cura. Não eu não preciso de alguém para viver, não estou desesperada. Mas é que pela primeira vez eu quis largar de Mao a vida mesquinha que tava levando, a vida devagar de besteiras e barulhos, essa vida sem paz. Eu pela primeira vez quero abrir Mao da liberdade que eu possuo sem poder possuir e de uma vez por todas assumir uma coisa séria na vida. Levar uma coisa a sério pelo menos uma vez. Pela primeira vez quis cuidar de algo que não fosse um diário, ou um Orkut, ou um celular, uma bolsa, um cigarro, pela primeira vez eu quis cuidar de alguém, eu quis que esse alguém cuidasse de mim. E pela primeira vez eu abri Mao de todos os meus demônios, e todos os meus orgulhos e renunciei meus mimos e exigências para encontrar alguém que nunca vi.
E então eu continuo caminhando, só que dessa vez diferente, eu te vejo em supermercados, em padarias, farmácias, sorveterias, pontos de ônibus, eu te vejo mas NÃO te encontro. E eu falo como se já soubesse que você sabe, que não vai dar certo até me encontrar.
Falo como se você lesse cada palavra, cada letra, cada sentimento que eu não sei descrever sozinha. Eu preciso da ajuda desse alguém, dessa solução. Desse meu salário da aposentadoria de tudo que eu larguei de vez.
Queria de todo coração a sinceridade de tudo aquilo que já possui , se é que possui, queria respostas como ‘’por que traição??’’ aonde foi que eu errei?’’ onde ta você ? . Queria entender por que, que agüente insisti tanto em um erro, insisti tanto em gostar e ser gostado, insisti tanto que pode sim, que com agente pode acontecer como nos filmes. Queria muito saber porque não dizer sim, porque não arriscar, Por que que meninas são frágeis e sentimentais, e meninos são anti-amor. Por que que tem gente que sempre acerta, gente que sempre da o tiro certo?
E então eu percebo que certas coisas não são para se entender, mas se não são. Por que então que são?
Sera que algum dia vou ser compreendida e vou poder ser eu mesma sem muita preocupação em impressionar e muito menos em ser a garota perfeita ? Eu não sei, alias eu não sei de muita coisa, sei tão pouco de mim mesma que queria que alguém me desse respostas. Vivo em um mundinho particular e censurado, vivo praticamente só eu e eu mesma, vivo com os amigos que construi com muita dificuldade. Escuto os problemas de quase todos, e se perguntar para eles , eles podem contar nos dedos as vezes em que desabei e disse TA RUIM.
Sei La quando eu vou desabar de novo, fico balanceando a cada tropeço, mas balanceio sozinha. Não gosto de envolver pessoas aos meus problemas, na verdade não gosto de colocar problema para as pessoas que não são obrigadas sentir muito menos agüentar.
Tenho vergonha de chorar na frente dos outros, mas quando dá vontade eu num agüento num consigo segurar, e choro, o choro mais mimado com caretas e bicos. Fungadinhas de porco e até engasgadas.
As vezes eu queria entender porque sinto tanta falta de alguém que eu não conheço. Queria entender porque tenho o jeito tão complicado e insensível e inesperado assustador ÚNICO de todos os jeitos do mundo todo. Queria mesmo saber de algumas coisas como por exemplo o motivo de eu querer tanto ser atriz, o motivo de eu ter tanta vontade de seguir Deus e a igreja e me tornar uma pessoa seria e religiosa, mas juro que queria entender porque eu não consigo.
São tantas coisas que eu não sei. São tantas coisas que eu devia ter aprendido já, tantas as coisas que ensino sem saber o que é, e que as pessoas que aprendem acertam bem mais que eu. É tanto tempo na estrada, caminhando e caminhando, sem ao menos saber o motivo de tanta caminhada. Tantas lagrimas, tantos beijos em vão, tantos amores e desamores, tantas feridas sem igual, são tantas as cicatrizes que fizeram em mim e são tão poucos os que querem curar certas feridas sem cura. Não eu não preciso de alguém para viver, não estou desesperada. Mas é que pela primeira vez eu quis largar de Mao a vida mesquinha que tava levando, a vida devagar de besteiras e barulhos, essa vida sem paz. Eu pela primeira vez quero abrir Mao da liberdade que eu possuo sem poder possuir e de uma vez por todas assumir uma coisa séria na vida. Levar uma coisa a sério pelo menos uma vez. Pela primeira vez quis cuidar de algo que não fosse um diário, ou um Orkut, ou um celular, uma bolsa, um cigarro, pela primeira vez eu quis cuidar de alguém, eu quis que esse alguém cuidasse de mim. E pela primeira vez eu abri Mao de todos os meus demônios, e todos os meus orgulhos e renunciei meus mimos e exigências para encontrar alguém que nunca vi.
E então eu continuo caminhando, só que dessa vez diferente, eu te vejo em supermercados, em padarias, farmácias, sorveterias, pontos de ônibus, eu te vejo mas NÃO te encontro. E eu falo como se já soubesse que você sabe, que não vai dar certo até me encontrar.
Falo como se você lesse cada palavra, cada letra, cada sentimento que eu não sei descrever sozinha. Eu preciso da ajuda desse alguém, dessa solução. Desse meu salário da aposentadoria de tudo que eu larguei de vez.
Queria de todo coração a sinceridade de tudo aquilo que já possui , se é que possui, queria respostas como ‘’por que traição??’’ aonde foi que eu errei?’’ onde ta você ? . Queria entender por que, que agüente insisti tanto em um erro, insisti tanto em gostar e ser gostado, insisti tanto que pode sim, que com agente pode acontecer como nos filmes. Queria muito saber porque não dizer sim, porque não arriscar, Por que que meninas são frágeis e sentimentais, e meninos são anti-amor. Por que que tem gente que sempre acerta, gente que sempre da o tiro certo?
E então eu percebo que certas coisas não são para se entender, mas se não são. Por que então que são?
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