quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Para, vai!

Dai eu me pergunto até que ponto isso vai. Por que que a gente tem que se agredir tanto? Por que caralho eu sinto um sentimento tao maduro e puro por um bosta. Por que eu nao aguento essa historia de me fazer bem umas horas e depois puff, desaparecer. Talvez eu seja mesmo louca, talvez tenha me arriscado demais, acreditado demais. Visto coisas demais em quem nem excencia tem mais. Talvez eu devess
e ter dito nao para minha abstinencia. Ter te tratado com menos sinceridade. E é injusto caras como você ser gostado por meninas como eu , que quase nunca gostam de ninguem de verdade. E pensando bem, eu me apaixonei por uma peça quebrada, e peças quebradas por mais que se consertem, serao sempre quebradas. Sem jeito, sem soluçao. Enfim, diferente de você eu tentei, cliquei foda-se para as desavensas , dei a cara a tapa. E agora é hora de desapegar, ignorar, controlar a vontade de conversar, de voltar no tempo. Desapegar de quem nao merece nem um milesimo de todo esse sentimento. Relevar, oculpar a cabeça. Mandar para puta que paril a saudade e nao esquecer que toda vez que voce volta, voce bagunça. O tipico moleque que Bob Marley chamaria de covarde. O estereotipo perfeito de um menino, que ta mais do que na hora de se tornar um homem, mas nao homenzinho, homem com Hagazao. Enfim... Apesar de tudo, pelo menos, você me faz lembrar que eu posso sempre ser uma pessoa melhor, longe de você. Independente de você. Seja feliz!

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