domingo, 30 de dezembro de 2012

Covardia

Como ja dizia Fabricio Carpinejar : fui covarde! Ah como fui, covardia essa que nao permitia que houvessem "naos" nos nossos poucos vocabularios. "meu amor era forte, mas minha carne sempre foi fraca". Era voce, quem sempre continuava nos meus pensamentos embora, sempre destruida, por um amor que sobrevivia sempre por tao pouco. E por mais que voce sumisse e minha razao dissesse é melhor assim Debora!. Minha boca continuava buscando pela sua, minhas noites mal dormidas continuavam buscando seu corpo. E apesar de doer, todas as vezes em que voce voltava era libertario, libertario e triste. Mas nunca foi vazio, eu dizia sim, e diria talvez agora se voce decidisse voltar. Somos covardes! É dificil entender que voce é como uma droga, que me faz tao bem e vai embora. É dificil entender que talvez os vestigios de carinho que senti por voce era falta, falta do bem que voce me fazia. Me faz, me fez. Como é que poderia dizer nao se a saudade dizia sempre sim. Sou covarde. Eu deixei que voce entrasse de fininho, eu deixei que voce fosse o menino que roubaria meu amor para te tornar amado. Eu deixei voce fazer de tudo, voce dizer que eu era a garota certa para voce, eu deixei voce me enganar. Fomos covardes! E dessa covardia sobrevivemos tanto tempo. Uma pena, que nos cansamos, voce se cansou de voltar e saber que eu diria sim, e eu me cansei de saber que toda vez que voce volta, vai embora, amanha, mes que vem. Tanta covardia que buscava militrimos de coragem, te faria bem eu te dizer nao, me faria bem tambem. Mas a gente sabe, e por isso conseguimos manter o passo a frente , a gente sabe que da sua covardia e da minha, tivemos os moments mais lindos, talvez nao serao unicos. Mas foram lindos, e isso te mantem vivo aqui, e eu sei que mesmo na sua ausencia estou viva ai.

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